4/11/2005

O formidável ataque das formigas carregadeiras

Estocado às 05:56 em
por Paulo [brabo!]

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Para que a Thais não se sinta especialmente deslocada, a Bacia oferece uma reportagem especial sobre as formigas que ameaçam depenar os caquizeiros aqui do Monastério.

Não é uma visão bonita. continue lendo>

Este é o velho sáite da Bacia das Almas, que não será mais atualizado. Para ler os novos artigos e acessar os comentários visite o novo endereço: www.baciadasalmas.com


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14/8/2005

Gloria Patri

Estocado às 07:27 em
por Paulo [brabo!]

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7/8/2005

Três paradas em Morretes

Estocado às 06:18 em
por Paulo [brabo!]

Se eu tivesse dez real estaria em Morretes. Clique nas fotos para ampliar.

Homem lavando o trator no Nhundiaquara
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Homem com cão e canoa no Nhundiaquara
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Cemitério à tardinha
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7/7/2005

Casa Edith

Estocado às 06:29 em
por Paulo [brabo!]

A Alice contou-me ontem de uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos que ela foi visitar. Melhor deixar ela mesma contar a história, mas nossa conversa me fez pensar na Casa Edith, na Praça Generoso Marques em Curitiba – construída em 1879 e onde comprei há vinte anos meu chapéu de Indiana Jones.

Sempre que passo pela praça surpreendo-me que a Casa Edith ainda esteja lá, suspensa no tempo, mais ou menos como devia ser na década de 1940 e certamente muito antes. A loja é um estranho sobrevivente, um dos últimos remanescentes do tempo da Tecidos Urca, na Praça Tiradentes, onde minha mãe (que também se chama Edith) trabalhava quando mocinha. Como a loja clássica das Papelarias Requião, que fechou há algum tempo depois de 80 anos, sei que a Casa Edith (que vende ainda hoje chapéus e gravatas-borboleta que ninguém usa mais) não tem como durar muito tempo numa era implacável como a nossa.

Um dia vou passar por ali e não vou encontrar mais aquela entradinha perfumada com piso de madeira para olhar os arranjos ordeiros na vitrine. Não vou poder mais espiar para dentro e ver as caixas empilhadas umas sobre as outras, os balcões de madeira e vidro, os chapéus presos no teto, nas paredes e na parte inferior da escada que sobe para o segundo andar. Não vou mais poder olhar para o passado nos olhos.

Como tirei essas fotos no ano passado e raramente passo por ali, talvez a Casa Edith nem esteja mais lá.

Ah, que mundo.

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26/6/2005

O pensador

Estocado às 06:23 em
por Paulo [brabo!]

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6/6/2005

Tchitcho

Estocado às 06:34 em
por Paulo [brabo!]

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17/5/2005

Jurassic Park

Estocado às 06:50 em
por Paulo [brabo!]

Conforme prometi, quinta-feira passada caminhei de câmera na mão para registrar a estrada que menciono aqui.


O calango que me saudou no começo da jornada, logo depois do portão do Seu Nereu.


O portão que leva ao Jurassic Park, que normalmente está fechado e com a placa NÃO ENTRE. Foi daqui que eu, o Marcelo e a Paula vimos a onça com a ajuda do binóculo do vô.


Uma vista geral do Jurassic Park. Não me pergunte que tipo de animal eles planejam soltar aí dentro – se é que já não estão à solta. Dentro daquela construção à esquerda (a única que estava em pé na época) é que a onça rondava inquietamente os seus gradis.


Outra vista do Parque.


Mais outra, com o Anhangava ao fundo.


O morro do Anhangava, que já subi duas vezes. Acredite ou não, faz frio lá em cima, mesmo no verão.


Um bicho morto na estrada, com sua varejeira.


Uma vista panorâmica da Serra do Mar como vista do caminho, costurada à mão no Photoshop. Não faz justiça à coisa em si, e o foco automático não ajuda.


Outro trecho de Serra, aqui quase chegando de volta ao Monastério.


Uma visão final do portão aberto do Parque, por onde os velociraptores podem sair correndo à qualquer momento.

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