Conforme prometi, quinta-feira passada caminhei de câmera na mão para registrar a estrada que menciono aqui.

O calango que me saudou no começo da jornada, logo depois do portão do Seu Nereu.

O portão que leva ao Jurassic Park, que normalmente está fechado e com a placa NÃO ENTRE. Foi daqui que eu, o Marcelo e a Paula vimos a onça com a ajuda do binóculo do vô.

Uma vista geral do Jurassic Park. Não me pergunte que tipo de animal eles planejam soltar aí dentro – se é que já não estão à solta. Dentro daquela construção à esquerda (a única que estava em pé na época) é que a onça rondava inquietamente os seus gradis.

Outra vista do Parque.

Mais outra, com o Anhangava ao fundo.

O morro do Anhangava, que já subi duas vezes. Acredite ou não, faz frio lá em cima, mesmo no verão.

Um bicho morto na estrada, com sua varejeira.

Uma vista panorâmica da Serra do Mar como vista do caminho, costurada à mão no Photoshop. Não faz justiça à coisa em si, e o foco automático não ajuda.

Outro trecho de Serra, aqui quase chegando de volta ao Monastério.

Uma visão final do portão aberto do Parque, por onde os velociraptores podem sair correndo à qualquer momento.
Este é o velho sáite da Bacia das Almas, que não será mais
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