7/11/2005

Mulheres a la Paul Coker

Estocado às 05:34 em
por Paulo [brabo!]

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Outro dia perguntaram, num fórum de desenho do qual participo, o que havia despertado o interesse dos membros do fórum pelas artes visuais em primeiro lugar.

Tive de mencionar duas influências fundamentais: os desenhos das minhas irmãs e, mais tarde, a revista MAD.

De todos os ilustradores contemporâneos, talvez ninguém tenha me influenciado mais do que Paul Coker, que trabalhou décadas para a MAD. Embora tudo na revista tenha virado referência para mim, e eu babasse diante dos traços elaborados e cheios de hachuras como o de Mort Drucker, a simplicidade e a expressividade das linhas e formas de Coker me derrubavam todas as vezes.

Imito o cara até hoje, consciente e inconscientemente.

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6/11/2005

Milonga do muro judeu

Estocado às 07:19 em
por Paulo [brabo!]

Em cada muro um lamento
Na Jerusalém dourada
E mil vidas mal gastas
Em cada mandamento.
Eu sou pó do teu vento
E ainda sangro da tua ferida,
E cada pedra querida
Guarda meu amor mais profundo,
Não há pedra no mundo
Que valha o que vale uma vida.

Eu sou um muro judeu
Que vive entre cristãos
Não sei qual Deus é o meu
Nem quem são meus irmãos continue lendo>

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5/11/2005

OpenOffice: alternativa sensata ao MS Office

Estocado às 05:34 em
por Paulo [brabo!]

Se você vê motivo para não piratear o software da Microsoft, pode ser hora de tomar conhecimento de que existe pelo menos uma boa alternativa à onipresente suite de aplicativos do MS Office.

Acaba de sair em português a versão 2.0 do OpenOffice, uma robusta suite de aplicativos de código aberto, inteiramente gratuita para uso pessoal ou empresarial.

Compõem a suíte OpenOffice 2.0:

• processador de texto (alternativa compatível ao MS Word);
• planilha de cálculos (alternativa compatível ao MS Excel);
• editor HTML;
• editor vetorial;
• editor de apresentação (alternativa compatível ao MS PowerPoint);
• base de dados (alternativa ao MS Access).

Quando a decisão é mudar de uma suite de office para outra, a compatibilidade é questão ainda mais fundamental que o preço. Ninguém pode se dar ao luxo de perder a informação que investiu num formato anterior. A boa notícia é que os aplicativos do OpenOffice abrem e salvam, sem maiores problemas, arquivos em todos os formatos do MS Office. continue lendo>

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4/11/2005

O formidável ataque das formigas carregadeiras

Estocado às 05:56 em
por Paulo [brabo!]

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Para que a Thais não se sinta especialmente deslocada, a Bacia oferece uma reportagem especial sobre as formigas que ameaçam depenar os caquizeiros aqui do Monastério.

Não é uma visão bonita. continue lendo>

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3/11/2005

A segunda virtude que abandonei

Estocado às 05:27 em
por Paulo [brabo!]

O Evangelho Maltrapilho

Quando mencionei a primeira virtude que abandonei, há alguns meses atrás, fiquei logo tentado a mencionar a segunda, mas sabia que seria mais prudente aguardar a publicação deste livro.

Para entender a segunda virtude falha de caráter da qual abri mão, é necessário um livro inteiro: O Evangelho Maltrapilho, de Brennan Mannigan, publicado recentemente pela Editora Mundo Cristão, com tradução deste que vos fala.

“Dito sem rodeios: a igreja evangélica dos nossos dias aceita a graça na teoria, mas nega-a na prática. Dizemos acreditar que a estrutura mais fundamental da realidade é a graça, não as obras — mas nossa vida refuta a nossa fé.”

O assunto de Mannigan é o impensável, inconcebível, inengulível escândalo da graça. O Deus do evangelho, resume o autor em determinado momento, é o único Deus conhecido pelo homem que comete a falta de decoro profissional de amar os pecadores. “Falsos deuses — criados pelos homens — desprezam os pecadores, mas o Pai de Jesus ama a todos, não importa o que façam. Isso é naturalmente incrível demais para aceitar”.

Para o cristão impenitente, há apenas dois livros cuja leitura posso de fato recomendar fora a própria Bíblia: O Jesus Que Eu Nunca Conheci, de Philip Yancey, e O Evangelho Maltrapilho de Brennan Manning. Indispensável e inesperada luz para os desgastados caminhos de Jesus e sua graça.

A primeira virtude que abandonei foi a minha obsessão de agradar as pessoas. A segunda, minha obsessão de agradar a Deus.

Leia também:
O primeiro capítulo de O Evangelho Maltrapilho
O primeiro capítulo de O Evangelho Maltrapilho – em formato PDF
A estranha tese de um judeu errante que não errou uma

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2/11/2005

Bellboy digital

Estocado às 05:21 em
por Paulo [brabo!]

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1/11/2005

Lado B

Estocado às 07:51 em
por Paulo [brabo!]

Um minuto de silêncio para o Bony, que se tudo deu certo casou ontem à noitepara a Renata, que deve ter se casado ontem à noite com o Bony.

Que tenham juízo, filhos e outras coisas que ainda quero ter.

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